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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A25 - Alternativas Pórtico a Pórtico

Para a alternativas na A23 ver aqui.

Actualizações:
2012-12-10:  
Nó 31-Pinzio ao nó 32-Leomil/Almeida: Este nó não tem pórtico, pode ser utilizada a A25.
32-Leomil/Almeida ao nó 33-Vilar Formoso/Espanha: Este nó tem pórtico, foi feita a análise.
Nó 28-Açores ao nó 29-Guarda/Alvendre: Acrescentei instruções para seguir pela alternativa.


Portagens? Sim ou Não?

Eu sou a favor de portagens nas auto-estradas. São vias dedicadas ao automóvel, são vigiadas, há assistência permanente e de um modo geral têm um piso bom, que é reparado regularmente.

Sou contra as portagens como estão a ser aplicadas nas ex-SCUTS. O método de cobrança é complicado, especialmente para estrangeiros. Os chamados custos administrativos são um roubo. Há troços "gratuitos" que são pagos no troço ao lado, quer se use os 2 ou só 1. O sistema de isenções é injusto, também complicado de pedir e de gerir, especialmente para frotas. Por fim, o preço. Como é possível a A23 ser mais cara do que a A1. A auto-estrada da zona mais rica do país, com bons transportes públicos e muito mais estradas alternativas, é mais barata que uma auto-estrada que atravessa distritos que em 10 anos perderam 10% da população...

Mais económico pagar a portagem ou a alternativa?

Uma das formas de lutar contra estas portagens é simplesmente não as usar. Infelizmente em alguns locais isso é muito complicado, pois o custo acrescido de circular nas estradas antigas é superior ao preço das portagens.

Deixo assim aqui um estudo, pórtico a pórtico, de quais são as alternativas à A25, para que cada um possa decidir melhor se paga a portagem ou boicota a A25. Mais do que indicar as estradas alternativas, calculei com base no consumo de combustível, no desgaste da viatura e no tempo perdido, se será melhor usar a A25 ou outras vias. Quem quiser alterar essas variváveis, pode-me pedir a folha de cálculo por e-mail: vivercidadeguarda@gmail.com. Nestas contas considerei o preço normal da portagem. Quem é residente e tem o desconto deve ter isso em consideração.

Fiz a análise no sentido Aveiro-Guarda. No sentido inverso há algumas alterações, porque os nós nem sempre são paralelos.

Dados para a comparação:

As distâncias e os tempos apresentados foram calculados em software da Garmin com base em mapas da NAVTEQ. Não verifiquei os dados no terreno, nem nunca circulei por muitas das estradas que apresento como alternativa. Com base na experiência noutros locais, por vezes é impossível conseguir os tempos estimados, especialmente em estradas nacionais mais estreitas e sinuosas. Nas AE até se consegui melhorar o tempo do GPS sem ser necessário ultrapassar os limites legais.

Para calcular os custos, estimei um consumo de 6 litros de combustível por 100 km, comprado a 1,45 €/litro. O desgaste do carro custa 0,25 €/km e o tempo custa 5 € por hora. Quem quiser outras variáveis, pode alterar a folha de cálculo.

Quadro comparativo:

Em seguida deixo o quadro comparativo, onde são analisadas as várias opções desde o nó com a A1 até Espanha. Por vezes há zonas que se repetem, pois saindo da A25 só compensa entrar alguns nós mais à frente. O quadro tem o nó de inico e fim, os quilómetros e o tempo na A25, o preço da portagem onde existem pórticos, a distância, o tempo e a diferença de tempo em relação à A25 da alternativa. Do lado direito está a comparação entre a A25 e a alternativa em relação ao consumo de combustivel, ao desgaste da viatura por a distancia ser diferente e o custo do tempo.

(Carregue na imagem para ver melhor)

Na ultima coluna do lado direito é feita a comparação do custo acrescido da alternativa, subtraindo o custo da portagem. Se o valor for positivo, compensa seguir pela A25. Se for negativo, é mais económico sair da A25. Isto tendo em conta os parâmetros subjectivos utilizados para calcular os custos.

Análise pórtico a pórtico:
(carregue nos mapas para ver melhor)

Nos mapas a linha vermelha representa a A25. A linha roxa representa a alternativa.

Nó 7-Albergaria ao nó 8-N1/IC2

Este é um troço onde metade da alternativa é uma estrada boa, a N1. No entanto, a distância percorrida é praticamente o dobro da A25, pelo que a poupança na portagem é praticamente gasta em combustível.
Conclusão: Utilizar a A25.


Nó 9-Macinhata do Vouga ao nó 10-Talhadas

Neste troço a alternativa é a N16 e a N328 para regressar à A25. É preciso percorrer quase o dobro da distância numa zona muito sinuosa. O combustível gasto em excesso compensa o valor elevado da portagem, mas são quase o dobro dos quilómetros e demora-se mais 20 minutos.
Conclusão: Seguir pela A25, a não se que ser tenha muito tempo, pois a paisagem ao longo do rio Vouga deve ser espectacular.


Nó 11-Reigoso ao nó 12-Oliveira de Frades

Olhando para os valores, a alternativa até parece ser válida. São mais 4 km, para uma portagem de 1,05 €. No entanto as estradas alternativas são uma espécie de montanha-russa, subindo e descendo várias vezes e passando por várias povoações.
Conclusão: Pelo aspecto das estradas no mapa, será melhor utilizar a A25


Nó 14-Serra da Penoita ao nó 19-Satão/Viseu.

Neste troço a alternativa é a IP5, que não permite a entrada no nó 15, mas apenas no 16. Como esse troço também é pago e depois se entra na zona de Viseu, que apenas tem um pequeno troço gratuito, vou fazer a comparação até ao nó 19, contornando Viseu a norte pela IP5. Com a IP5 como alternativa, não há grandes dúvidas. Neste troço em particular, a diferença são de apenas mais 2 km no IP5.
Conclusão: Utilizar a IP5 e poupar 3,05 € em portagens.


Nó 14-Serra da Penoita ao nó 16-Tondela (N228)

Neste troço não vou analisar a entrada novamente na A25, pois o troço seguinte é pago e a sua alternativa já foi comparada atrás. Vou antes analisar o percurso do nó 14 à saída para a N228. Neste caso, mesmo sem portagens, pela A25 demora-se mais tempo e é mais longe.
Conclusão: Utilizar a IP5.


Nó 16-Tondela ao nó 17-A24

A alternativa é por estradas sinuosas, com várias povoações e grandes inclinações.
Conclusão: Utilizar a A25.



Nó 18-Nelas ao nó 21-Fagilde
Saindo do nó 18 é mais perto entrar no nó 20 do que no 19, por causa da chamada "curva do camelo". Mas como do nó 20 ao 21 é um troço pago, vou analisar a alternativa para entrar apenas no 21. Devido à curva do camelo, a distância a percorrer é praticamente igual. Mas o percurso é quase todo feito em zonas residenciais ou industriais. Não será difícil demorar mais do triplo do tempo do que pela A25 e gastar muito mais combustível.
Conclusão: Utilizar alternativa se o tempo não for importante.




Nó 20-Viseu Este ao nó 21-Fagilde
A alternativa segue pela N16. Como é um troço pequeno a distância também não é muito maior, demora-se mais 6 minutos e poupança não é grande, pois a portagem é 0,60 €.
Conclusão: Utilizar alternativa se o tempo não for importante.


Nó 22-Mangualde ao nó 23-Chãs de Tavares
A alternativa é a N16, que segue paralela à A25, sendo a distância um pouco superior. Só que a N16 vai atravessar o centro de Mangualde e várias outras povoações mais pequenas. Facilmente se vão perder 20 minutos em relação à A25.
Conclusão: Utilizar alternativa se o tempo não for importante.

Segundo um comentário da leitora Paulinha, o percurso entre Mangualde e Chã de Tavares demora de 12 a 15 minutos e a estrada está boa.


Nó 24-Fornos/Gouveia ao nó 25-Celorico
A alternativa continua a ser a N16, a distância é pouco superior, mas demora-se o dobro do tempo, apesar de não haver muitas povoações. Mas este é o pórtico mais caro da A25.
Conclusão: Utilizar a alternativa, a não ser que o tempo seja mesmo muito importante.


Nó 26-Celorico/Gouveia ao nó 27-Celorico/Ratoeira
A alternativa é a variante a Celorico da Beira, uma estrada com 4 faixas de rodagem e separador central. A distância é quase a mesma, mas demora-se muito tempo, é preciso passar por 4 rotundas e é o pórtico mais barato.
Conclusão: Utilizar a A25



Nó 28-Açores ao nó 29-Guarda/Alvendre
Este é um dos troços onde a A25 vai ficar mais às moscas. A longa subida para a Guarda tem como alternativa o IP5, com 2 faixas de rodagem em cada sentido. É uma zona com forte inclinação e curvas apertadas, mas como é mais curta 1,6 km só se perdem 2 minutos, poupando-se 1,55 €.
Conclusão: Usar a A25 apenas se os 2 minutos que se ganham forem muito importantes.

- Instruções no sentido Aveiro-Espanha: Sair da A25 na direcção Porto da Carne. Na rotunda, seguir em também em direcção Porto da Carne e entra-se logo na IP5. Seguindo-se sempre em frente entra-se novamente na A25.

- Instruções no sentido Espanha-Aveiro: Sair da A25 para Guarda Norte. Na primeira rotunda, virar à direita, em direcção ao Alvendre (N557). Anda-se 3,5 km e depois de se passar o Alvendre começa-se a descer, há uma curva à direita, passa-se uma ponte e logo de seguida sem estar muito visível vira-se à esquerda na direcção de Sobral da Serra. Entra-se aí no IP5, num troço que deveria ser interdito a veículos veículos pesados...

Nó 30-A23/Pinhel ao nó 31-Pinzio
Volta-se aqui à N16, paralela à A25, que está quase sempre visível. A estrada está com bom piso, é plana e sem muitas curvas. Apenas se perde algum tempo na passagem das povoações, mas evita-se um dos pórticos mais caros.
Conclusão: Utilizar a alternativa, a não ser que o tempo seja mesmo muito importante.


32-Leomil/Almeida ao nó 33-Vilar Formoso/Espanha
E para acabar/começar em beleza, nada melhor que um troço espectacular da N16. A passagem do rio Côa, na sombra dos 2 enormes viadutos da A25, infelizmente às moscas. Há tempo para os apreciar, pois o camião TIR que vai à nossa frente teve de parar para permitir o cruzamento com outro TIR em sentido contrário. Um pouco para trás já tinha ficado a aldeia de Castelo Bom e ainda vamos passar ao perto da Aldeia Histórica de Castelo Mendo. Mais um pórtico colocado onde a estrada alternativa é muito má, obrigando a fazer mais quilómetros e demorando-se mais do dobro do tempo.
Conclusão: Seguir pela A25, a não se que ser tenha muito tempo, pois a paisagem é espectacular.



Agradeço sugestões de outras alternativas melhores do que as apresentadas aqui. Dúvidas ou sugestões, para o e-mail vivercidadeguarda@gmail.com.

Para quem quiser ver um estudo idêntico para a A23, há aqui: 

sábado, 17 de setembro de 2011

Experimente Grátis


Para quem é forreta, já olhou para os novos iogurtes da Guarda e disse: "Estes também são lá feitos, devem ser a mesma coisa e são muito mais baratos"...há agora uma promoção "Experimente Grátis".


Estes foram comprados aqui pela Guarda, mas penso que a promoção será para todo o lado.


Depois fico à espera de comentários sobre se são melhores ou não! Se tiver muitos comentários positivos, ando a pensar pedir comissão à Gelgurte :)

domingo, 10 de julho de 2011

Medicalizada

Aqui pela Guarda tem havido alguma polémica por causa da recentemente "Pista Medicalizada", criada no Parque Urbano do Rio Diz, aqui conhecido por Polis.

Segundo o site da C.M.G (ver também aqui), o objectivo principal é a pessoa fazer uma auto-avaliação do seu estado de saúde.

É composta por duas zonas:

Uma interior, que nunca apanhei aberta (tem o horário da foto abaixo, ou seja, fechada ao Domingo), com os seguintes equipamentos: Medidor de pressão arterial automático e minicomputorizado, medição do peso corporal, medição do perímetro abdominal, medição do colesterol, triglicerídeos e glicemia, medição do oxigénio capilar, urufluxómetro (detecção de problemas relacionados com a próstata), auto-exame da mama.

Retirado de um vídeo do "Interior TV", completo aqui.

E uma zona exterior, que faz um pequeno circuito (que é preciso seguir com muita atenção ao mapa), que tem os seguintes cartazes (carregar na imagem para ampliar):













A ideia até é boa. Mas será que vai ter utilizadores e principalmente, manutenção? Não irá fechar a zona indoor daqui a uns meses, por não haver quem pague o ordenado ao funcionário ou a manutenção dos equipamento? E quanto custaram estes equipamento a todos nós? Houve concurso público? Ou foi apenas um óptimo negócio para a empresa fornecedora?

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Mais fotos de iogurtes da Gelgurte - Glint e Nutregi

Hoje já encontrei novos iogurtes da Gelgurte no hipermercado juntos às piscinas municipais.

A distribuição ainda não deverá estar a ser feita para todo o país, mas quem estiver interessado pode ligar para o número de apoio da Gelgurte e perguntar onde há: 271 200 900

Aqui ficam as fotos de mais algumas variedades:

Da Nutrégi, sólidos com pedaços e de aromas sem lactose.

Da Glint, líquidos de chocolate e cappuccino.

Líquido de pinacolada.


Em copo de vidro, com pedaços de amora.

Quando provar deixo aqui comentários! 

sexta-feira, 1 de julho de 2011

GLINT já a venda!

Finalmente encontrei hoje os iogurtes Glint à venda!

Foi no hipermercado que fica próximo das piscinas municipais da Guarda.


Ainda só tinham 2 embalagens de líquidos, que se vão chamar "TO GO", de cana da açúcar. A prova vai ser hoje ao lanche! Custam 2,96 €, são na mesma embalagem do Pingo Doce, mas trazem um pouco menos de quantidade (170 gr. em vez de 180 gr.). Pelo preço e pela embalagem, vão apostar na gama alta.

Já alguém encontrou à venda noutros locais?

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Novos iogurtes da Guarda

aqui foi referido que os iogurtes da Yoplait deixaram de ser fabricados na Guarda, pela empresa Gelgurte. Agora são importados de França, pelo que tenho visto nos supermercados.

Felizmente não foi mais uma indústria a fechar no interior, pois continuaram a fabricar marcas brancas. Muitos dos iogurtes do Pingo Doce e do Jumbo são fabricados aqui na Guarda, todos aqueles que têm a indicação "PT ILT 39 CR" na embalagem.

Mas com iogurtes a ser vendidos ao consumir final a 0,15 €, as margens e os lucros não podem ser grandes...

Ao que parece, está para sair uma nova marca da Gelgurte. Vai-se chamar Glint, já tive oportunidade de os provar na 2º Cãominhada das Qoasmi. Como diz a embalagem, são sublimes!




Aqui pela Guarda ainda não os vi à venda, nem sei mais nenhuma informação. Foi noticiado nos jornais locais que iria ser feita a apresentação, mas nenhum jornalista lá deve ter ido...

Já alguém os viu à venda? Ando ansioso por os comer outra vez, os 6 que comi nesse dia deixaram saudades!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Curso Manobra de Cordas

Apenas por curiosidade, ou porque poderá ser útil em termos profissionais, aqui fica a informação de um curso que o Clube de Montanhismo da Guarda vai realizar.

FORMADOR:
João Luís Mendes Sousa Adaixo, monitor da Escola Portuguesa de Montanhismo e Escalada e formador da Escola Nacional dos Bombeiros.

OBJECTIVOS:
Capacitar os formandos para o enquadramento com segurança das actividades de manobras de cordas e técnicas de resgate em terrenos verticais e sinuosos desde que acompanhados por monitores experientes.

CONTEÚDOS:
- Equipamento de protecção individual
- Equipamentos específicos
- Noção de força e resistência dos equipamentos
- Nós fundamentais
- Ancoragens e sistemas de amarração
- Segurança no rappel
- Sistemas para tencionar cordas
- Montagem de aparelhos: corrimão, slide, tirolesa e cordas paralelas
- Recuperação de acidentado com ou sem maca em parede vertical
- Recuperação de acidentado com recurso a métodos expeditos

AVALIAÇÃO:
A avaliação será contínua, procedendo-se a uma avaliação prática individual no final da formação.
No final do curso será entregue um certificado de participação aos formandos.

DATAS:
24, 25 e 26 de Junho de 2011
2 e 3 de Julho de 2011

REQUISITOS:
- Ser sócio do CMG (no caso de ainda haver vagas, será aberto a não sócios),
- Ter seguro devidamente actualizado para a prática de Actividades de Montanha. Poderá ser solicitado, o seguro diário, à FPME - www.fpme.org

EQUIPAMENTO:
- Vestuário e calçado confortável. (Caso seja possuidor de Baudrier, capacete, luvas e lange).
O equipamento técnico será fornecido pelo CMG.

INSCRIÇÕES:
- Limitadas a 15 formandos, mínimo de 6 formandos
- Inscrições até ao dia 22 de Junho

PREÇOS:
- Sócios: 75€
- Não Sócios: 125€

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Transportes Interurbanos no Interior

Com as portagens prometidas (ou talvez não) para 15 de Abril, é preciso começar a olhar para os transportes públicos como uma opção a ter em conta nas viagens interurbanas.

São mais lentos e menos flexíveis, tempo é dinheiro, mas a poupança pode ser tão grande que compensa o tempo a mais. E sempre se pode ler um livro ou dormir um pouco, coisas impossíveis de fazer a conduzir...

Uma alternativa é o comboio. Na Guarda infelizmente só é alternativa para quem vai para até ou para Sul de Coimbra, na zona da linha do Norte. Para o Porto obriga a fazer correspondência em Coimbra, tendo-se de pagar 2 bilhetes e correndo o risco de com um atraso do 1º comboio se perder o 2º. Da Guarda a Lisboa demora-se no mínimo 4:08 e custa 18 € no Intercidades.

Horários retirados de www.cp.pt
 
Para se perceber como as correspondências são mal feitas, para o Porto demora-se no mínimo 3:49, com um custo de 20,50 €. Mas nessa opção a viagem da Guarda para a Pampilhosa é feita num comboio regional e obriga a uma espera de 33 minutos para trocar de comboio...o que quer dizer que a viagem podia demorar facilmente menos uma hora, ou seja, pouco mais de 2:30. Para que precisamos do TGV?

Horários retirados de www.cp.pt 


Talvez na esperança de aproveitar quem foge das portagens e da ineficiência da CP, a Transdev lançou uma nova rede de Expressos para as cidades do interior, a Citi Express. É uma rede que já existia, mas está agora com uma nova imagem, fácil de ler e compreender, um pouco à imagem dos diagramas dos comboios.

Mapa retirado de http://www.citiexpress.eu


Incrível é que a Transdev é a empresa que também gere os Transportes Urbanos da Guarda. Como é possível ter na mesma empresa sectores que parecem trabalhar para o cliente e outros que parecem querer afastar-los a todo o custo.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Iogurtes do frio - PT ILT 39 CR

Os impostos vão aumentar, os ordenados vão descer, a economia em Espanha (o nosso maior cliente) está de rastos como a nossa...

Nesta situação, todas os grãos são bem-vindos para encher o papo. Até um simples iogurte é importante.

Vem isto a propósito de mais uma pequena machadada na economia Portuguesa. Desde que me lembro, que associo a Guarda à fábrica de iogurtes de Yoplait. Mas na realidade a fábrica não é da Yoplait, mas sim de uma PME Portuguesa, a Gelgurte.

Acontece que há uns meses o acordo entre a Gelgurte e a Yoplait não foi renovado, passando os iogurtes da marca a ser fabricados no estrangeiro. Basta ir a um qualquer supermercado e ver que nas embalagens agora vem o simbolo FR em vez de PT.


Felizmente a Gelgurte está a dar a volta por cima, apostando por agora nas marcas de distribuição. É aqui que todos podemos dar uma ajuda à economia nacional. Quando formos ao supermercado, basta procurar na embalagem do iogurte uma marca oval, que no caso dos iogurtes da Gelgurte têm escrito no seu interior o seguinte: PT ILT 39 CR. Em vez de se comprar iogurtes de uma marca qualquer, basta procurar os que têm PT no interior da marca oval.


Fica aqui o link para uma noticia publicada num jornal local sobre este assunto: http://www.jornalaguarda.com/index.asp?Action=noticia&id=19549&idEdicao=357&idSeccao=4862